No amor com amor aspas

Então amigo

2020.10.25 17:48 JGPeres19 Então amigo

Então amigo, acho que seu comentário/postagem foi um pouco cringe, o tal termo cringe abrange varios fatores importantes a serem levados em conta, como o tom que será usado no post sendo irônia ou como uma crítica mais cetica sobre a nossa sociedade, entenda que cringe também é tudo aquilo que causa aquele pequeno desconforto chamado por proficionais na área da psicologia de vergonha alheia, dentro dessa classe de entre aspas memes estão os tik toks, e em geral postagens feitas por mulheres, lembrando que não importando as circunstâncias, mulheres não são engraçadas. Tente também adicionar um toque do humor nascido na internet chamado "shitpost", onde como o nome já diz são postagens de merda, não interessa se a piada realmente tenha graça ou não, oque importa é que ela não tenha sido feita por uma mulher. O Shitpost é o grito desesperado de homens que vivem em um mundo em colapso prestes a conhecer seu fim trágico como sociedade já que como eu já disse antes, foi arruinada pelas mulheres. Quando temos uma sociedade que faz uso da sua consciência lara fazer uma análise superficial da vida e seus atributos sociais se vê que a religião possívelmente é a verdadeira causa de majoritária parte de nossos problemas em sociedade. Também acho que pdoe ter sido muito bluepillzada, oque é bluepill você me pergunta? O homem que toma a tão falada bluepill é aquele homem que ainda vive na ilusão de um dia viver um amor verdadeiro ao invés da dura verdade de que relacionamentos heteros cis são não mais. Passou longe de ser uma redpillzada, veja bem, você poderia adaptar uma visão mais niilista como Rick and Morty, veja que na série são existem várias piadas niilistas sobre a falta de sentido em fazer qualquer coisa através do personagem super complexo do Rick Sanchez, o Rick representa essa visão bem Blackpillzada que é o que falta na sua postagem. Embora nós aqui no grupo não tenhamos tomado a blackpill, nós apoiamos toda e qualquer corrente filosófica contraria a união de homens e mulheres na mesma relação. Você também precisa ver a vida por um ponto de vista MGTOW tendo em vista que o feminismo estragou as mulheres em nossa sociedade e levando-nos a ao niilismo similar ao de Rick, levamos em conta os fatos que as mulheres hoje não mais querem ser submissas a seus maridos assim estragando nossos planos de sermos homens de família. Os emojis são uma parte extremamente importante da piada ainda mais quando você vai fazer algo aqui no nosso grupo MGTOW redpill, se não for uma redpillzada faça pelo menos uso da blackpillzada total e não esqueça de fazer piadas com pessoas menos favorecidas para ficar mais based. Based seria algo com muito bom embasamento já que a origem do termo vem do inglês com o mesmo significado, based não necessariamente é uma opinião construída com muito esforço oi estudos, mas sim uma opinião com grande quantidade de likes e comentários de apoiadores em redes sociais, principalmente o reddit é o ifunny.
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2020.09.06 14:17 DemonFranco É possível mesmo duas pessoas se relacionarem de forma PURAMENTE sincera?

Até os 18 anos (hoje tenho 22) eu fui extremamente introvertido, com pouquíssimo contato com a realidade do mundo. Desde moleque desenvolvi uma vontade muito forte de ter aquele clássico relacionamento vitalício (não perfeito, mas no mínimo sincero e recíproco) que se vê em filmes de romance ou animes tipo Naruto. Na verdade, lá no fundo, ainda tenho essa vontade. Mas essa vontade foi minha perdição, pois dediquei demais à pessoas que não estavam dispostas a fazer 5% do que eu estava.
A primeira decepção foi com, claro, meu primeiro amor: nunca amei tanto alguém como amei aquela garota. Fiz de tudo pra me aproximar dela, fui até em sua casa pedi-la em namoro, e o pior é que ela aceitou sem me desejar. Passamos 2 anos nos "relacionando" sem um abraço sequer e com conversas vazias, até chegar o dia em que ela decidiu ser sincera (hoje eu vejo que tudo era bem óbvio, mas minha introversão tinha me tornado muito inocente). Logo depois arrumei uma webnamorada, com quem namorei por foto e vídeo até conseguir um emprego aos 19 e conseguir visitá-la: perdi 4 dias de trabalho sem atestado, quase fui demitido e viajei SOZINHO pra São Paulo mesmo sendo que não saía pra jogar bola na rua. Finalmente, então, perdi meu bv e minha virgindade. Apesar de que voltei pra casa feliz e realizado com a nova etapa do relacionamento, a mesma terminou comigo uma semana depois, com desprezo e raiva em suas palavras e até hoje não entendo porquê. Vida que segue, comecei a me socializar mais, ir em festas, conhecer novas pessoas, e na própria empresa em que eu trabalhava conheci uma garota que me admirava por minha espontaneidade. Ela também era muito introvertida, vem de uma família evangélica extremamente violenta e ríspida, então eu senti que poderia "salvá-la" mostrando os prazeres do mundo fora da caixa do preconceito. Sempre deixei claro a ela que gosto de tudo o que o cristianismo lhe ensinou a fugir: bruxaria, cannabis, liberdade de expressão, etc. Logo, desde o início estávamos cientes de que nada seria fácil, mas eu estava disposto a enfrentar tudo aquilo e muito mais, inocentemente acreditando que isso a inspiraria a fazer coisas parecidas por mim. Engoli muitos absurdos retrógrados vindo de sua família e fingi com todas as minhas forças ser alguém que não sou (algo que desprezo e talvez não tenha feito muito bem), resistindo por "Só mais alguns anos, e vamos sair daqui". Bom, acontece que todos os meus estímulos liberais incentivaram ela a descobrir que é lésbica - e por mim tudo bem, de verdade. O problema foi que ela omitiu isso até o último dia, fingindo estar tudo bem e ainda alimentando nossos projetos futuros. No dia do término, eu fui em sua casa porque ela estava estressada, na intenção de melhorar o mínimo que fosse do seu dia. Ela me deixou ir embora pra terminar por mensagem do Facebook de sua mãe; insisti pra ela pelo menos falar o que tinha pra falar me olhando nos olhos, mas ela me tratou como se fosse um qualquer e realmente não queria nunca mais me ver.
Até então essa é minha história amorosa, mas eu também contei demais com amizades e todas (exceto uma) me decepcionaram. Comecei minha vida social com dois de meus primos (um deles é a mencionada exceção), mas o outro simplesmente se afastou de nós sem razão aparente - isso foi frustrante pra mim porque eu gosto muito dele e de seu irmão, mas nunca foi recíproco. Depois disso conheci o cara mais problemático que já passou na minha vida: 100% egomaníaco, repleto de defeitos gritantes que qualquer um com um pouco de amor próprio não investiria sua saúde mental para suportar. Mas eu, trouxa, fui diferente. Aguentei todos os seus absurdos, surtos sem sentido, falso senso de superioridade, ego frágil e invejoso, ciúmes até da minha ex (sim, hoje eu sei que ele gostava de mim mais que como amigo), enquanto via seus outros conhecidos pouco a pouco se afastarem dele. Ele foi o primeiro """""bruxo"""""" (entre muitas aspas porque a prole só sabia o que tinha pesquisado no Google e lido em revistas de banca) que conheci e, como eu valorizo muito conhecimento esotérico e não sabia de nada quando o conheci, confiei em todas as suas palavras e atitudes. E continuaria assim, se ele não tivesse tentado me agarrar enquanto fingia estar incorporando minha deusa-mãe. Na cabeça dele era um pretexto perfeito, já que essa mesma deusa está relacionada ao sexo e eu sou bi. Mas, sério, nunca vi alguém com tanto sex appeal negativo quanto esse cara. Simplesmente parei de conversar com ele, não dei satisfação alguma porque ele sabe muito bem o que aconteceu. Mas seu ego frágil não deixou isso barato: hoje eu passo na rua e todos os amigos que tínhamos em comum nem me cumprimentam mais, e de longe olham torto ou fingem que não me viram. Coincidência? Acho que não. Agora, em tempos de quarentena que está ainda mais difícil conhecer pessoas novas e criar qualquer tipo de relacionamento (como se já não fosse um desafio pra alguém que cresceu introvertido), me sinto sozinho e essa infelizmente é a melhor opção pro momento. Mas eu não quero deixar minha vontade morrer: quero de verdade dividir uma vida com alguém, compartilhar histórias que só nós vivemos, entender o que ela pensa só de olhar nos olhos. Isso é utópico demais? Será que ainda tô vivendo nos meus 17 anos?
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2020.08.23 10:34 Sempsei Viver sem Sentir

Eu realmente entendo as pessoas, entendo essa necessidade constante e finita de sentir, crer e ter sentido. É por isso as pessoas acreditam em Deuses, sempre foi assim, desde os tempos das cavernas até chegar no tempo do vazio. E se você discordar que hoje - sempre foi - mas hoje, a sociedade se encontra em um limbo de vazio nunca antes visto. Só de pensar em como o mundo flui atualmente, já vemos o seu vazio. Mas, voltando ao assunto principal, o sentir e ter sentido é algo natural do humano, todos (quase), temos a necessidade de sentir e ter sentido, seja ela natural, ou induzida desde o primórdio de nossa existência. Pensar que toda a cartela de crenças é passada pelo ambiente que crescemos, seja em casa, escola ou cultura. Mas, falar disso é algo que realmente me deixa pensativo, a forma como as pessoas vivem suas vidas crendo e implorando por sentido é mais vazia do que aquele que não vê sentido em nada.
Mas, na real, eu não ligo para sentido, e nem para o vazio da existência, eu só penso em viver minha vida conforme meus princípios, conforme minha vontade, uma vida baseada na Força Ativa e vontade de potência. É por esse motivo e outros, que não costumo julgar atos, nem mesmos aqueles que as massas consideram ultrajantes e cruéis. Para mim, qualquer pessoa tem o direito de fazer aquilo que ela bem-quiser, caso for algo que a "Lei dos Humanos e sua Moral" considere ultrajante, essa pessoa terá que pagar no "Sistema Humano". E não, não estou escrevendo em aspas como forma de separar de algum sistema ou lei religioso. Na verdade, eu até questione esses "Leis, Moral e Sistema que criamos", até porque sua existência é a prova que os fracos venceram, a prova que a Força Reativa vendeu a Ativa (Filosofia de Nit só para esclarecer).
Não que eu esteja falando que a vida em sociedade teria que ser sem leis, pelo contrário, em sociedade, devemos infelizmente, conjuntamente, fazer de tudo para viver em sociedade hahaha. Mas, que isso é algo desagradável, sem dúvidas que é. Se você está com dificuldade para ver o ponto, repare em um único e simples exemplo: "Tocar musica alta em apartamento". Já sabe o que acontece, a lei e moral humana, detona toda a sua vontade de potência. Por isso não julgo atos considerados ultrajantes, apenas vivo minha vida, até porque julgar não muda nada, mas atos sim. Mas, agora eu quero falar de alguns filmes que retratam coisas específicas da sociedade, para você ver um vazio em determinadas coisas. Lista: " O Abutre, Rede de Ódio (Netflix), Taxi Driver e Clube da Luta", esqueci de alguns agora, mas dois desses já está de bom tamanho. O Abutre e Rede de Ódio eu recomendo demais para assistirem.
Vamos ao que eu realmente estava querendo dizer agora, o "Viver sem Sentir". Imagine viver uma vida inteira, sem sentir nada, sem ter sentido em nada, te faz questionar o que é viver, certo? Bom, é ai que entra um "Paradoxo", podemos dizer assim, as pessoas desde os primórdios da humanidade e seu pensar, buscaram sentido e sentir em tudo, assim que fomos forjados, então quando se renega isso, você está vivendo agora, ou deixou de viver? Vivem sem Sentir, é o que as massas não querem, viver sem amor, sem um sentido maior, mas isso é realmente real e necessário? As pessoas passaram a vida aprendendo que o "normal" é cresces, estudar, trabalhar, casar e ter uma família. Mas, por que? Por que não podemos viver somente? Por que é considerado estranho? Vazio? Para mim, todas essas alegações são frutos de uma mente alienada em princípios antigos e dogmas que criamos. Você pode fazer o que quiser, nada pode se sobressair sua vontade. Mas, claro, isso de "Viver sem Sentir" que as massas querem passar longe, é uma bolha que ninguém realmente sabe como é. Até porque quem vive nela não liga e acha as massas tolas. Mas, é algo lindo de se pensar.
Viver uma vida livre, chega até dar medo né? Mas, é por isso que as pessoas não gostam, porque ela é escassa de sentido! As pessoas gostam de sentido! Seja lá qual ele for. Mas, todos devemos admitir, vivemos uma vida e círculos de relações vazios, não conhecemos nem nós, quanto dirá os outros.
VIVA A VIDA CONFORME A SUA VONTADE, SEM DOGMAS, SEM LEIS E ATÉ SEM SENTIDO, A VIDA PARA DE PESAR E COMEÇAR A SER VIDA!
OBS: Texto está sem revisão e algumas pontuações podem estar faltando, avisar para não me julgar.
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2020.08.18 20:09 Kapa51 ROMERO BRITO, VALOR ARTÍSTICO E ICONOCLASTIA.

Eu não gosto do Romero Brito, pessoa e artista não me agradam, sua arte e personalidade estando novamente em pauta me fazem ter a vontade de bradar a máxima "nunca fui fã" e vendo o acontecimento que trouxe seu nome de volta aos círculos de discussão popular, sinto-me na obrigação como artista de ponderar sobre algumas questões que envolvem tal episódio.
Somente tendo como base minha opinião de editor audiovisual, área bem diferente das artes plásticas, digo com a convicção de um ignorante que: Romero Brito não é um "bom" artista, suas composições raramente assertivas são em horas apenas reproduções sem conceito de obras mais famosas, a mediocridade Kitsch em sua mais insossa forma; outras, apenas a aplicação da mesma falta de categoria em objetos quaisquer. Não vem nem ao caso o argumento de que seu estilo seja pobre, pois não é, o pop-art que ele bebe não é um estilo pobre, tão pouco pode ser discutido a "simplicidade" de sua técnica, pois é na mesma "simplicidade" é onde grandes artistas triunfaram. alias, não há simplicidade na arte, mas por falta de melhores termos acabo com esse.
Talvez a mais agressiva falha de suas obras seja a falta de emoção que elas trazem, são objetos que não chamam à reflexão, não pedem atenção ou paixão. Isso, para mim, é a maior critica que posso oferecer, pois a beleza das obras é algo muito mais subjetivo, para muitos são imagens divertidas por suas cores e subversão de temas, para outros como eu são saturações agressivas aos olhos, uma aleatoriedade de formas violentas que não se comunicam. Há quem goste, há quem compre e há quem super valorize tais objetos.
Mas notem uma seguinte curiosidade de meu texto quando me referi a Romero Brito, eu escrevi que ele não é um "bom" artista, e as aspas são muito importantes nesse caso por um motivo simples, a arte como arte, não pode ser qualificada, ela pode agradar ou desagradar, ambos são validos, ela pode ser bonita, feia, complexa, simples, concreta, abstrata. Eu e mais ninguém pode desrespeitar arte, dizer que ela não é "boa o suficiente", dizer que ela fere a "própria arte". Isso é um comportamento cabível a mesma prole que defende que arte deve seguir normas para "enriquecer" a sociedade; de maneira objetiva, dizer que arte deve ser destruída ou censurada por conta de seu "valor" é coisa de nazista.
Romero Brito deve ser reconhecido como artista, pois ele é; um artista medíocre? Talvez, mas um artista que tem o direito inalienável de expor sua arte e tela consumida por aqueles que a atribuem valor monetário. Destruir a arte dele porque ele é "ruim" é papo de quem não entende o que é arte.
Então? Estaria Madeleine, a dona do restaurante errada em destruir a peça dele diante de seu autor? Não.
Ai você pode pensar: "mas que paradoxal, todo esse argumento sobre o valor artístico pra defender a destruição de uma obra de arte?" ou "hipócrita do caralho", ambos os pensamentos terão seu valor, um me ofendera mais, mas espero que o que escreverei a seguir traga um melhor entendimento.
Primeiro, a obra era posse da dona do restaurante, isso dá o direito de destrui-la? Não, se eu comprasse a Mona Lisa e queimasse-a, ninguém iria me defender e nem deveriam.
Segundo, ela destruiu a obra em reação ao triste comportamento do autor em seu restaurante, isso da o direito de destrui-la? Não, eu poderia odiar Da Vinci, ninguém iria me defender e nem deveriam.
Então como podemos justificar de maneira positiva a ação daquela moça? Bom...
Ao arremessar a obra no chão e faze-lo diante do autor, Madeleine realizou talvez a maior obra de arte dos últimos tempos, ela provocou emoções que Romero apenas sonha em provocar, ela em seu ato iconoclasta declarou de maneira energética que "arte, em seu valor impossível e o artista, em seu direito pleno de faze-la são ambos infinitamente menores do que o respeito entre seres humanos".
Romero Brito não olhou para sua obra estilhaçada por mais de um simples segundo, seu olhar após perceber a destruição voltou para Madeleine e ali ficou, fixo e não reativo, naquele momento uma mensagem estava sendo entregue, sua arte, sua auto indulgencia e sua pose de grande autor definharam sob a voz daquela mulher. "Nunca desrespeite os meus funcionários" ou, em minha leitura, "tua arte e fama jamais serão mais importantes do que o respeito aos outros".
Por isso iconoclastia, por isso arte, por isso a importância do acontecimento. Que não deveria ser reproduzido nem aplaudido, mas respeitado como a mais bela obra de arte que já saiu, literalmente, das mãos de Romero Brito.
A arte não possui valor, por mais que botemos preço. A arte possui valor infinito, por mais que possamos desgosta-la. Mas, independente de sua importância, independente de que possamos considerar uma obra melhor que a outra, em momento algum e sob circunstância nenhuma a arte pode ser maior do que o ser humano, artista ou não artista.
E... Talvez... Você diga: "mas cometer uma violência contra a arte é também falta de respeito com o artista".
Sim, eu poderia concordar, mas acho que um artista que se orgulha em ter suas obras estampadas em toalhas de praias enquanto as vende por milhares de dólares não possui mais respeito por sua própria arte do que o misero segundo para vislumbrar seu fim antes de voltar sua atenção a verdadeira destruição que importava a ele... A de seu ego.
_________________
Com amor, Kapa51
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2020.07.31 19:38 therealfatumbot Randonaut Trip Report from San Jorge Pueblo Nuevo, Estado de México (Mexico)

Anomalía dirigida por intención encontrada A-FB6BF344 (19.263696 -99.633617) Tipo: Atractor Radio: 35m Poder: 7.83 Rodamiento: 2145m / 174.6° puntaje z: 4.42
Report: en que lugar se encuentra el amor de mi vida
First point what3words address: peines.aspa.letras Google Maps Google Earth
Intent set: donde sw encuentra el amor de mi vida RNG: Temporal Artifact(s) collected? No Was a 'wow and astounding' trip? No

Trip Ratings

Meaningfulness: Sin sentido Emotional: Ansioso Importance: Cambio de vida Strangeness: Woo-woo raro Synchronicity: Alucinante
8236b1c75dbc4f6d4bbed293f23c30641b6f64661001fd05e3990a253a067f88 FB6BF344 db1a9d193dc55e2a6c2bd2429a56382c8181aea72fae7bb6c4b07f1dca324433
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2020.05.11 20:31 avelar1337 Botnets do Twitter

Bom/boa dia (tarde? noite?).
Esse é um tema meio polêmico que vem se desenrolando nos últimos anos, em especial desde as eleições, com algumas acusações a respeito do uso de robôs para impulsionamento de posts em redes sociais por parte de políticos. Não quero que esse post aqui se transforme em discussão política, acontece que me interessei por esse tema recentemente e gostaria de discutir a respeito.
Minha dúvida é a seguinte: qual a possibilidade de que essas redes de robôs realmente existam?
Nas pesquisas que tenho feito, incluindo aí uma tentativa de criar perfis fakes no Twitter, percebi que a coisa não é tão simples assim pelo fato de que o Twitter (e o Facebook também) tem fechado o cerco contra perfis falsos e implementado a obrigatoriedade de informar o número de celular. Digo isso porque a necessidade de um número de celular já barra quem não tem um conhecimento tão aprofundado de criar perfis falsos. Diante da situação, a primeira coisa que tentei na minha experiência foi utilizar serviços de recebimento de SMS online na tentativa de burlar o sistema, não funcionou por dois motivos:
1 - As redes sociais já conhecem essa tática há tempos e criaram uma blacklist com os números desses serviços;
2 - Muita gente já tentou isso e os números já estão atrelados a outras contas.
Então tentei uma abordagem diferente, decidi comprar um número de celular estrangeiro, mais precisamente do Canadá. Descobri que esses números custam pouco, apenas um dólar. Esse preço baixo seria ideal para que múltiplas contas falsas fossem criadas, viabilizando a implementação de uma botnet. Porém, percebi que o único número que comprei está na blacklist do Twitter, Facebook e Google. É esperado que demais números comprados no mesmo fornecedor também estejam bloqueados.
Dito isto, concluo que não é simples criar as contas sem um número de celular 'legítimo'. 'Legítimo' com todas as aspas possíveis, porque algo que ainda não explorei foi a criação de linhas de celular fraudadas. Como todos devem saber, as linhas de telefonia celular aqui no Brasil devem ser cadastradas em nome de um titular antes de serem utilizadas. Aqui está uma coisa que não sei: se eu pegar o CPF de outra pessoa, consigo registrar uma linha? (Eu não vou tentar isso, pelo amor de Deus, só estou levantando a hipótese). Existe algum tipo de confirmação de titularidade por parte das operadoras? Se sim, seria possível que alguém comprasse um número grande de chips e cadastrasse eles em números de CPF de pessoas que não devem nem saber o que ocorre. Aqui pode ser levantada outra pergunta também: a operadora não perceberia várias linhas sendo ativadas sempre nos mesmos aparelhos?
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2020.03.05 04:26 psicopatola Eu perdi o amor da minha vida, eu acho

Está é uma história sem final, já adianto pra vocês. Só queria desabafar mesmo. Meu nome é Meredith e eu namorei o Derek por dois anos, sempre em um regime não monogâmico. Desde o primeiro dia que a gente ficou junto nunca mais paramos de nos falar. O namoro veio naturalmente, com um pedido lindo, depois de quatro meses em que estávamos juntos. Nunca houve uma conversa sobre ser ou não ser monogamia. Nós sempre conversávamos que na nossa concepção o amor é uma escolha e você é livre para se relacionar com quem quisesse. Tínhamos alguns tratos, tipo não se envolver emocionalmente, não ficar com conhecidos e não conversar sobre outras pessoas que ficávamos. Nunca fiquei com ninguém nesse meio tempo, mas me dava um alívio imenso só de saber que eu teria essa liberdade de escolha.
Pois bem, o tempo passou e as coisas aconteceram. Concluí meu curso médico, fui estudar psiquiatria. Depois que você forma em medicina, você faz a residência médica, que é um grande vestibulaEnem. A partir do resultado da prova, você escolhe um lugar pra ir. Escolhi o hospital mais antigo e tradicional da minha cidade e fui, feliz da vida. Lá conheci o Alex, um outro médico que tinha passado em outro hospital, mas que ia ficar trabalhando comigo nos 9 primeiros meses. Não sei o que foi, mas ele chamou minha atenção logo de cara. Ele era lindo, gente boa, inteligente, engraçado, amava literatura, tocava violão... Já logo no início o feitiço se quebrou um pouco porque ele também era hetero topzera, gostava de ir em boates pagação e ouvir sertanejo. Devo dizer que de cara, o que me chamou a atenção foi a parte física, e não demorou muito para que eu estivesse conversando com ele todos os dias o dia todo. Ele sempre me esperava pra almoçar, me ligava pra saber se eu ia nas aulas, ficava me procurando pra conversar quando acabava o serviço. Ficamos muito próximos até que... Demos um beijo. Foi logo no primeiro mês de residência, estávamos completamente bêbados e eu já não tava aguentando de tesão. E então começou a surgir algo além da amizade.
Nessa altura do campeonato, meu namoro não estava lá essas coisas. Eu estava passando muito tempo ocupada com as coisas do meu serviço e ele estava ocupado com TCC, mestrado, artigo científico. Estávamos cada vez mais distantes um do outro, só que não queríamos reconhecer isso, porque tínhamos um carinho muito grande um pelo outro. As brigas eram constantes e eu ia desabafar com quem? Alex. Passei a enxergar nele um porto seguro, um alguém pra quem eu podia correr caso precisasse. Desabafava sobre os problemas do meu namoro, questões familiares, inseguranças da vida. E a gente conversava cada vez mais.
Ficávamos quase sempre, pelo menos uma ou duas vezes por semana. Às vezes no carro dele, às vezes na casa dele, as vezes em algum lugar do hospital, mas sempre dávamos um jeito. E assim, eu cheguei num ponto do meu namoro em que não dava mais pra continuar. Terminei tudo e ele foi a primeira pessoa que eu contei.
Passamos a ficar cada vez mais próximos um do outro. O carinho e a admiração cresciam cada vez mais, mas ao mesmo tempo, não havia nenhuma conversa que indicasse que ele queria continuar comigo a longo prazo. Informação importante: ele nunca namorou antes. Por causa disso e da ausência de perspectiva futura, passei a viver o presente com ele. Eu amava passar tempo com ele. Ficávamos horas e horas a fio conversando. Cansei de "dormir" na casa dele: o dormir está entre aspas porque na verdade ficávamos conversando até altas horas de madrugada, até que um de nós apagasse primeiro.
Nesse ponto da história, todos os nossos amigos do trabalho sabiam e torciam por nós enquanto eu sentia que aquele relacionamento não tinha futuro. Nunca tinha conhecido nenhum amigo dele ou alguém da família. Eu dizia pra mim mesma que isso não significava nada. Há umas duas semanas atrás, um amigo em comum conversou com ele sobre o nosso relacionamento. Disse que ele deveria assumir os sentimentos dele e que provavelmente eu iria cobrá-lo depois do carnaval. Alex falou pro nosso amigo que provavelmente a gente iria acabar namorando mesmo, porque já não tinha mais jeito. Um tempo depois, eu questionei Alex sobre essa postura de enxergar o nosso namoro como uma consequência do tempo em que a gente tá junto e não do tanto que a gente se gosta. Na minha cabeça não faz sentido: namoros acontecem porque duas pessoas se gostam e pronto. Eu pedi a ele que me perguntasse as coisas ao invés de supor o que eu estava pensando. Ele chorou muito, disse que gostava demais de mim e que não queria me causar sofrimento. Isso foi numa segunda feira. Fiquei terça, quarta e quinta com o coração pesado e acabei chamando ele pra conversar na minha casa. Ele era a pessoa com quem eu mais conversava diariamente. Eu estava sentindo muita falta disso. Na quinta, ele chorou mais ainda, me contou que a faculdade foi horrível pra ele, que ele teve depressão, perdeu 12 quilos e se sentiu um lixo durante muito tempo. Que esse momento de agora que a gente tá vivendo era a primeira vez em que ele está genuinamente feliz, que ele nunca tinha sofrido realmente na vida e que ele tinha medo de se envolver e mudar algo desse momento feliz. Foi muito sofrido pra ele. Ele pediu um tempo pra pensar, pra ver como seria a vida dele no segundo ano de residência e pra tentar entender como ele quer lidar comigo. Depois dessa chamada que eu dei nele, ele descobriu que gosta demais de mim e que não quer ficar comigo sem que seja algo sério.
Eu amo esse homem, gente. Eu não sei ainda se eu quero namorar, mas eu quero ficar junto com ele. O que eu faço? A gente se vê muito pouco agora.
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2020.03.03 03:40 psicopatola Relacionamento à la Grey's Anatomy

Está é uma história sem final, já adianto pra vocês. Só queria desabafar mesmo. Meu nome é Meredith e eu namorei o Derek por dois anos, sempre em um regime não monogâmico. Desde o primeiro dia que a gente ficou junto nunca mais paramos de nos falar. O namoro veio naturalmente, com um pedido lindo, depois de quatro meses em que estávamos juntos. Nunca houve uma conversa sobre ser ou não ser monogamia. Nós sempre conversávamos que na nossa concepção o amor é uma escolha e você é livre para se relacionar com quem quisesse. Tínhamos alguns tratos, tipo não se envolver emocionalmente, não ficar com conhecidos e não conversar sobre outras pessoas que ficávamos. Nunca fiquei com ninguém nesse meio tempo, mas me dava um alívio imenso só de saber que eu teria essa liberdade de escolha.
Pois bem, o tempo passou e as coisas aconteceram. Concluí meu curso médico, fui estudar psiquiatria. Depois que você forma em medicina, você faz a residência médica, que é um grande vestibulaEnem. A partir do resultado da prova, você escolhe um lugar pra ir. Escolhi o hospital mais antigo e tradicional da minha cidade e fui, feliz da vida. Lá conheci o Alex, um outro médico que tinha passado em outro hospital, mas que ia ficar trabalhando comigo nos 9 primeiros meses. Não sei o que foi, mas ele chamou minha atenção logo de cara. Ele era lindo, gente boa, inteligente, engraçado, amava literatura, tocava violão... Já logo no início o feitiço se quebrou um pouco porque ele também era hetero topzera, gostava de ir em boates pagação e ouvir sertanejo. Devo dizer que de cara, o que me chamou a atenção foi a parte física, e não demorou muito para que eu estivesse conversando com ele todos os dias o dia todo. Ele sempre me esperava pra almoçar, me ligava pra saber se eu ia nas aulas, ficava me procurando pra conversar quando acabava o serviço. Ficamos muito próximos até que... Demos um beijo. Foi logo no primeiro mês de residência, estávamos completamente bêbados e eu já não tava aguentando de tesão. E então começou a surgir algo além da amizade.
Nessa altura do campeonato, meu namoro não estava lá essas coisas. Eu estava passando muito tempo ocupada com as coisas do meu serviço e ele estava ocupado com TCC, mestrado, artigo científico. Estávamos cada vez mais distantes um do outro, só que não queríamos reconhecer isso, porque tínhamos um carinho muito grande um pelo outro. As brigas eram constantes e eu ia desabafar com quem? Alex. Passei a enxergar nele um porto seguro, um alguém pra quem eu podia correr caso precisasse. Desabafava sobre os problemas do meu namoro, questões familiares, inseguranças da vida. E a gente conversava cada vez mais.
Ficávamos quase sempre, pelo menos uma ou duas vezes por semana. Às vezes no carro dele, às vezes na casa dele, as vezes em algum lugar do hospital, mas sempre dávamos um jeito. E assim, eu cheguei num ponto do meu namoro em que não dava mais pra continuar. Terminei tudo e ele foi a primeira pessoa que eu contei.
Passamos a ficar cada vez mais próximos um do outro. O carinho e a admiração cresciam cada vez mais, mas ao mesmo tempo, não havia nenhuma conversa que indicasse que ele queria continuar comigo a longo prazo. Informação importante: ele nunca namorou antes. Por causa disso e da ausência de perspectiva futura, passei a viver o presente com ele. Eu amava passar tempo com ele. Ficávamos horas e horas a fio conversando. Cansei de "dormir" na casa dele: o dormir está entre aspas porque na verdade ficávamos conversando até altas horas de madrugada, até que um de nós apagasse primeiro.
Nesse ponto da história, todos os nossos amigos do trabalho sabiam e torciam por nós enquanto eu sentia que aquele relacionamento não tinha futuro. Nunca tinha conhecido nenhum amigo dele ou alguém da família. Eu dizia pra mim mesma que isso não significava nada. Há umas duas semanas atrás, um amigo em comum conversou com ele sobre o nosso relacionamento. Disse que ele deveria assumir os sentimentos dele e que provavelmente eu iria cobrá-lo depois do carnaval. Alex falou pro nosso amigo que provavelmente a gente iria acabar namorando mesmo, porque já não tinha mais jeito. Um tempo depois, eu questionei Alex sobre essa postura de enxergar o nosso namoro como uma consequência do tempo em que a gente tá junto e não do tanto que a gente se gosta. Na minha cabeça não faz sentido: namoros acontecem porque duas pessoas se gostam e pronto. Eu pedi a ele que me perguntasse as coisas ao invés de supor o que eu estava pensando. Ele chorou muito, disse que gostava demais de mim e que não queria me causar sofrimento. Isso foi numa segunda feira. Fiquei terça, quarta e quinta com o coração pesado e acabei chamando ele pra conversar na minha casa. Ele era a pessoa com quem eu mais conversava diariamente. Eu estava sentindo muita falta disso. Na quinta, ele chorou mais ainda, me contou que a faculdade foi horrível pra ele, que ele teve depressão, perdeu 12 quilos e se sentiu um lixo durante muito tempo. Que esse momento de agora que a gente tá vivendo era a primeira vez em que ele está genuinamente , que ele nunca tinha sofrido realmente na vida e que ele tinha medo de se envolver e mudar algo desse momento feliz. Foi muito sofrido pra ele. Ele pediu um tempo pra pensar, pra ver como seria a vida dele no segundo ano de residência e pra tentar entender como ele quer lidar comigo. Depois dessa chamada que eu dei nele, ele descobriu que gosta demais de mim e que não quer ficar comigo sem que seja algo sério. E aí eu fiquei com muuuuuita raiva. Não sei lidar com rejeição por parte dos outros. Eu inicialmente havia concordado em ser amiga dele, mas eu me senti rejeitada. Xinguei ele de todos os nomes que consegui, bem infantil mesmo, e bloqueei ele em todos os lugares. Na sexta feira de carnaval, xinguei mais ele, fiz ele sair de um bloquinho, pra voltar pra casa e conversar comigo. É isso.
Eu amo esse homem, gente. Eu não sei ainda se eu quero namorar, mas eu quero ficar junto com ele. O que eu faço? A gente se vê muito pouco agora.
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2020.03.03 03:15 psicopatola Eu tinha dois "namorados" e perdi os dois 😬

Está é uma história sem final, já adianto pra vocês. Só queria desabafar mesmo. Meu nome é Jane e eu namorei o Michael por dois anos, sempre em um regime não monogâmico. Desde o primeiro dia que a gente ficou junto nunca mais paramos de nos falar. O namoro veio naturalmente, com um pedido lindo, depois de quatro meses em que estávamos juntos. Nunca houve uma conversa sobre ser ou não ser monogamia. Nós sempre conversávamos que na nossa concepção o amor é uma escolha e você é livre para se relacionar com quem quisesse. Tínhamos alguns tratos, tipo não se envolver emocionalmente, não ficar com conhecidos e não conversar sobre outras pessoas que ficávamos. Nunca fiquei com ninguém nesse meio tempo, mas me dava um alívio imenso só de saber que eu teria essa liberdade de escolha.
Pois bem, o tempo passou e as coisas aconteceram. Concluí meu curso médico, fui estudar psiquiatria. Depois que você forma em medicina, você faz a residência médica, que é um grande vestibulaEnem. A partir do resultado da prova, você escolhe um lugar pra ir. Escolhi o hospital mais antigo e tradicional da minha cidade e fui, feliz da vida. Lá conheci o Rafael, um outro médico que tinha passado em outro hospital, mas que ia ficar trabalhando comigo nos 9 primeiros meses. Não sei o que foi, mas ele chamou minha atenção logo de cara. Ele era lindo, gente boa, inteligente, engraçado, amava literatura, tocava violão... Já logo no início o feitiço se quebrou um pouco porque ele também era hetero topzera, gostava de ir em boates pagação e ouvir sertanejo. Devo dizer que de cara, o que me chamou a atenção foi a parte física, e não demorou muito para que eu estivesse conversando com ele todos os dias o dia todo. Ele sempre me esperava pra almoçar, me ligava pra saber se eu ia nas aulas, ficava me procurando pra conversar quando acabava o serviço. Ficamos muito próximos até que... Demos um beijo. Foi logo no primeiro mês de residência, estávamos completamente bêbados e eu já não tava aguentando de tesão. E então começou a surgir algo além da amizade.
Nessa altura do campeonato, meu namoro não estava lá essas coisas. Eu estava passando muito tempo ocupada com as coisas do meu serviço e ele estava ocupado com TCC, mestrado, artigo científico. Estávamos cada vez mais distantes um do outro, só que não queríamos reconhecer isso, porque tínhamos um carinho muito grande um pelo outro. As brigas eram constantes e eu ia desabafar com quem? Rafael. Passei a enxergar nele um porto seguro, um alguém pra quem eu podia correr caso precisasse. Desabafava sobre os problemas do meu namoro, questões familiares, inseguranças da vida. E a gente conversava cada vez mais.
Ficávamos quase sempre, pelo menos uma ou duas vezes por semana. Às vezes no carro dele, às vezes na casa dele, as vezes em algum lugar do hospital, mas sempre dávamos um jeito. E assim, eu cheguei num ponto do meu namoro em que não dava mais pra continuar. Terminei tudo e ele foi a primeira pessoa que eu contei.
Passamos a ficar cada vez mais próximos um do outro. O carinho e a admiração cresciam cada vez mais, mas ao mesmo tempo, não havia nenhuma conversa que indicasse que ele queria continuar comigo a longo prazo. Informação importante: ele nunca namorou antes. Por causa disso e da ausência de perspectiva futura, passei a viver o presente com ele. Eu amava passar tempo com ele. Ficávamos horas e horas a fio conversando. Cansei de "dormir" na casa dele: o dormir está entre aspas porque na verdade ficávamos conversando até altas horas de madrugada, até que um de nós apagasse primeiro.
Nesse ponto da história, todos os nossos amigos do trabalho sabiam e torciam por nós enquanto eu sentia que aquele relacionamento não tinha futuro. Nunca tinha conhecido nenhum amigo dele ou alguém da família. Eu dizia pra mim mesma que isso não significava nada. Há umas duas semanas atrás, um amigo em comum conversou com ele sobre o nosso relacionamento. Disse que ele deveria assumir os sentimentos dele e que provavelmente eu iria cobrá-lo depois do carnaval. Rafael falou pro nosso amigo que provavelmente a gente iria acabar namorando mesmo, porque já não tinha mais jeito. Um tempo depois, eu questionei Rafael sobre essa postura de enxergar o nosso namoro como uma consequência do tempo em que a gente tá junto e não do tanto que a gente se gosta. Na minha cabeça não faz sentido: namoros acontecem porque duas pessoas se gostam e pronto. Eu pedi a ele que me perguntasse as coisas ao invés de supor o que eu estava pensando. Ele chorou muito, disse que gostava demais de mim e que não queria me causar sofrimento. Isso foi numa segunda feira. Fiquei terça, quarta e quinta com o coração pesado e acabei chamando ele pra conversar na minha casa. Ele era a pessoa com quem eu mais conversava diariamente. Eu estava sentindo muita falta disso. Na quinta, ele chorou mais ainda, me contou que a faculdade foi horrível pra ele, que ele teve depressão, perdeu 12 quilos e se sentiu um lixo durante muito tempo. Que esse momento de agora que a gente tá vivendo era a primeira vez em que ele está genuinamente , que ele nunca tinha sofrido realmente na vida e que ele tinha medo de se envolver e mudar algo desse momento feliz. Foi muito sofrido pra ele. Ele pediu um tempo pra pensar, pra ver como seria a vida dele no segundo ano de residência e pra tentar entender como ele quer lidar comigo. Depois dessa chamada que eu dei nele, ele descobriu que gosta demais de mim e que não quer ficar comigo sem que seja algo sério. E aí eu fiquei com muuuuuita raiva. Não sei lidar com rejeição por parte dos outros. Eu inicialmente havia concordado em ser amiga dele, mas eu me senti rejeitada. Xinguei ele de todos os nomes que consegui, bem infantil mesmo, e bloqueei ele em todos os lugares. Na sexta feira de carnaval, xinguei mais ele, fiz ele sair de um bloquinho, pra voltar pra casa e conversar comigo. É isso.
Eu amo esse homem, gente. Eu não sei ainda se eu quero namorar, mas eu quero ficar junto com ele. O que eu faço? Eu tô com muita saudade. A gente se vê muito pouco agora.
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2019.09.04 17:28 Pacs_1 Racismo e Eugenia

Ontem eu percebi uma coisa muito interessante.
Tava lendo " A Era dos Extremos" e estava na parte do Nazifascismo europeu. Enfim, uma coisa q chamou a minha atenção foi a parte da descrição da Eugenia na ideologia nazista. Acho q td mundo tem uma certa ideia do q é Eugenia, é a "ciência" (entre as aspas, pelo amor) q acredita q existam "raças" humanas superiores e inferiores.
Blz, já tinha uma noção disso. Oq eu nunca tinha pensado era o pq as pessoas acreditavam ( e de certa forma, ainda acreditam) nisso. A razão é muito simples: é mt confortável. É mt confortável justificar as tremendas desigualdes inter e infra sociais existentes no planeta por meio da lógica determinística e simples. Brancos dominam os pretos pois os brancos são "naturalmente" superiores. Esse tipo de ideologia é mt eficiente pois nos tira a responsabilidade de se preocupar com a discriminação. Pois, a grande - e triste- realidade é q a discriminação racial no mundo é puramente fruto de eventos sociais. Não é uma lei da natureza, nem da biologia. É um feito humano, q enquantos sociedade, decidimos aceitar.
E a coisa mais bizarra é que, apesar de se tratar de uma pseudociência do início do século XX, a ideologia Eugênica é brutalmente presente no Brasil, obviamente q de forma indireta. Eu sou negro e tava lendo o livro no aeroporto, e realmente, as pessoas tem uma postura diferente. É uma coisa bem sutil, mas assim, não é mt difícil de compreender q pessoas q habitam um ambiente em q os unicos afro descendentes são os garçons tendem a te encarar como um serviçal - mesmo q a maioria não queira, é apenas q eles absorveram os preconceitos q nunca foram eliminados da sociedade em q cresceram.
Acho q a única forma de, algum dia, podermos sonhar com uma sociedade pós-racismo é aplicando ações q façam q os negros tenham oportunidade de se inserirem como releventes na estrutura hierárquica brasileira. É preciso reconhecer q toda sociedade brasileira é racista e desmontar os preconceitos um a um. Fico mt puto com o discurso meritocrático q, no final das contas, não está nem aí pra mudança social. Não a toa q as pessoas q mais defendem esse discurso são justamente os mais beneficiados pelas desigualdades do sistema.
É isso, oq vcs acham?
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2019.04.15 13:56 Alfre-douh Acordar

"8h30 de domingo" diz-me o ecrã de telemóvel, acrescentando ainda: "2 mensagens não lidas" com o símbolo da aplicação respetiva ao lado. "Chegou bem a casa..." penso. "Não me sinto bem..." porque é tão difícil para mim assumi-lo? Não sei... alguma vez saberei? Não me parece. Há qualquer coisa que me inibe de sentir o que sentia antes. Antes de tudo isto começar, eu era uma versão diferente de mim. Agora, por outro lado, a versão que sou não me favorece a auto-estima.
Levanto-me da cama, vou até à janela do quarto e espreito por entre os buraquinhos dos estores. Ninguém nas varandas, o meu carro continua no mesmo sítio, a claridade parece indicar que o dia vai ser bonito. Nada de especial. Por qualquer razão sinto-me um padre à procura de uma confissão da realidade lá fora. Por qualquer razão... Como seu eu não soubesse a razão...
Ponho-me a vaguear pela casa ensonado. Tenho apenas o cuidado de calçar uns chinelos. Os cabelos dela estão por todo o lado. À vista desarmada parecem fissuras curvilíneas no mosaico bege. "Fissuras curvilíneas, devia apontar esta". Ontem, de forma geral, foi bom. Ri-me, fiz uma piada ou outra de que me orgulhei (embora agora apenas me lembre da reação dela e não das piadas em si), abordamos assuntos ditos tabu, partilhamos pontos de vista...com humor, com uma dosesinha de afirmação pessoal e com temor de não cair em generalizações. Senti-me bem no momento, geralmente sinto-me sempre bem no momento, é na solidão que os fantasmas vêm falar comigo e me fazem as perguntas que eu não sei responder.
Eu tenho esta coisa, que no meu âmago acho muito profunda: se o momento estiver a ser bom devo relaxar nos pragmatismos mundanos. Daí que hoje, domingo, 8h30 e mais uns minutos, a constatação de que caixa do pão está vazia não me aflige particularmente, nem me constorna. A diretiva que assumi permite-me esse estado de desapego ao pequeno-almoço dominical. Respondo à caixa do pão (que entretanto me fez um pirete) com um cantarolar do refrão da Float On dos Modest Mouse. "Vai tudo correr bem, Caixa do Pão. Eu tenho milhares de músicas na cabeça para me embuir de um espírito positivo face à adversidade que é a falta de hidrato de carbono matinal...It will all float on alright". Fecho a caixa do pão e vou procurar o maço de cigarros. Ontem fumei muito, porque assim o momento exigiu. Conversas pedem pontuação: silêncios, parênteses de instrospeção, virgulas, piadolas em aspas, menos pontos finais e mais reticências, o cigarro ajuda-me nisso. Saber que vou andar cá menos tempo porque gosto de pontuar a vida desta forma é de uma indulgência que considero muito própria. Lembro-me da frase dos Smashing Pumkins: "...I'm in love with my sadness" e descontextualizando-a um pouco torno-a minha. Não é uma questão de amor platónico pela minha tristeza, mas sim um amor platónico por aquilo que me mata. Daí que, neste momento, nesta minha conversa interior, a frase em si não me diz nada, mas o amor platónico por algo que me retira vitalidade...sim.
Tiro um cigarro do maço, que acabei por encontrar no chão da sala. Enquanto procuro o isqueiro nos inumeros pares de calças que se encontram amontoados no quarto, coloco a Somewhere in Between dos Streetlight Manifesto a tocar no telemóvel. Encontro o isquero precisamente no momento em que o Tomas Kalnoky lá canta: "this is the alpha, the omega, the beginning and the end, and we all just idolize the dead". Não fico indiferente a isso, mas não me detenho e, colocando o telemóvel a tocar no bolso das calças de pijama, vou até à varanda e acendo o cigarro.
A varanda da minha casa está orientada a Sul, a Este a Arriba Fóssil forma uma parede geologicamente nobre e sábia que se prolonga a perder de vista, a Oeste a cidade tapa-me a vista para o mar intemporal. Imediatamente por baixo da minha varanda existe o jardim de infância e, mais à frente (com uma plantação de couves penca pelo meio), o cemitério. "The alpha and the omega" penso enquanto, debruçado sobre a guarda da varanda, vou fumando.
"Talvez sejam horas de lhe responder"
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2018.12.12 16:01 Alfre-douh Bombo

Perder apostas não é nada fácil. Nada fácil mesmo… Há todo um investimento emocional que começa a gerar-se como um super ciclone. As nossas certezas, ainda meio vagas, começam a consumir toda a espécie de apreciações e a catalogá-las a incrementos de velocidade exponenciais. Começa com um simples “é ou não é?”, e saltando completamente acima do subliminar “quero ou não quero que seja?”, começamos a pensar “tem de ser que eu não curti muito da ideia oposta”, “tem de ser que o locutor é um bezerrinho a armar-se em boi”, “tem de ser porque…já comecei a acreditar que é” e apartir daí está em marcha e nada mais há a fazer que não seja aguardar que a experiência psicossocial de ver um touro claustrofóbico na loja do chinês corra pelo melhor.
O meu filho quis meter-se comigo, conseguiu. Aproximou-se de mim enquanto eu estava a ver um documentário sobre a solução do mundo ser privar a China de proteína animal e disse-me:
“Então então Alfredo?! Boa tarde… belo pijama, tem um bolsinho no peito e tudo…”
“Sim tem. É onde eu guardo o teu sentido de humor…”
“Alfredo, Alfredo, Alfredo…” devolve ele, enquanto coça o queixo e passeia para trás e para a frente, ocultando pendularmente a visualização do meu documentário. “Ouvi-te dizer no outro dia que a She’s a rainbow é uma música dos Beatles…”
“Por amor de Deus…filho, tu não distingues diferença na voz entre o John Lennon e Paul McCartney nem que eles estivessem com a Fátima Campos Ferreira pelo meio. Queres provocar o teu velho e sais-te com uma dessas? Respeita-me as rugas e vai lá para o teu quarto ouvir shoegaze…”
E ele toca de insistir, agora com um esgar de puto manhoso.
“Alfredo, Alfredo, Alfredo… Ai, Alfredo” insiste ele. “…tanta sobranceria num bigode tão ridículo… Tudo em ti é clarividência… Aposto que na tua banda de sonho o Ray Manzarek toca bateria e o John Bonham teclas…”
Fiquei com uma vontade de po-lo a comer uns gafanhotos. O puto acertou-me no nervo.
“Cuidado puto! Não te aceito que brinques com o Olimpo… Geração tão básica a tua, acham que o Youtube ensina, não é?! A diferença é que eu estive lá, vivi, tu podes tentar melindrar-me o que quiseres, mas eu vivi… rezo para que tenhas a mesma sorte com as tuas bandinhas de letras a queixar-se das mães e das namoradas.”
Acertei-lhe bem, porque o esgar de troça com que estava vira claramente raivinha. Pára e olha para mim, ocultando agora completamente a minha visibilidade e diz-me:
“Ok… então percebes de música e eu não, certo? Que tal uma pequena aposta? Um pequeno confronto saudável? A tua magnanima história de vida versus a minha aprendizagem de Youtube” e assinala umas aspas com os dedos ao dizer Youtube.
“Filho… já percebi! Deixei cair o teu sentido de humor do bolso do pijama e tu apanhaste-o foi? Achas que me podes bater numa conversa de musica da minha geração? Vamos a isso… Pode ser que no processo aprendas que o valor da humildade é, esse sim, magnanimo.”
Ele tenta esconder um sorriso e por momentos fico inseguro. Recomeça a coçar o queixo e a andar de trás para a frente.
“…Voltemos ao início então, meu estimado Pai. Eu digo que a She’s a rainbow é dos Rolling Stones. Tu dizes-me que é dos Beatles…com toda a humildade que te é conhecida diga-se…”
“Digo e aposto aqui o que tu quiseres pirralho!”
“Ok, vamos a isso então!…Se tiveres razão, eu meto a viola no saco e arranjo-te o CD dos Stooges que dizes, de forma sempre tão pertinente, ter sido a banda sonora do acto que me gerou. Contudo, se eu tiver razão…vamos os dois ao, humilde, IV Congresso do Bombo no Seixal. Parece-te razoável?”
“Ó meu filho, parece-me divinal que estejas disposto a receber humildade de forma tão digna!”
“Óptimo!” diz ele numa língua de serpente que por qualquer razão eu entendi.
Ele senta-se então ao meu lado no sofá. Desbloqueia o ecrã do telemóvel, sem que eu consiga perceber qual a password. Vai ao youtube e, com o indicador a tocar o teclado de forma espampanante, digita “Shes a rainbow”.
[…]
O meu queixo descai uns dois centimetros em latitude e parece querer ficar por ali. O cabrãozinho tem razão…
Dou, vagamente, por ele a levantar-se e a sair de cena, enquanto no telemóvel passa uma actuação dos Rolling Stones em 1966.
Volta passado um minuto. Tem um tamborzinho, que eu lhe ofereci em pequeno, nas mãos. Todo eu sou uma personagem perdida no tempo e no espaço. Sinto-me uma poia a flutuar no espaço sideral.
Ele coloca o tambor com cuidado, no preciso lugar onde ele se tinha sentado e diz-me ao ouvido:
“Toca a Rufar, Alfredo!”
Ao virar-me costas começa com o seu riso esganiçado e solta um: “…mas atenção… rufa, mas rufa com humildade!” E sai de cena…
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2018.11.14 00:55 O_cu_da_tua_tia O mundo da gestão de pessoas e recursos das pequenas e médias empresas portuguesas. Um exemplo... Sofrido na pele

Indo directo ao assunto... Trabalho num gabinete de engenharia que contra espectativas cresceu em tempo de crise e agora com esta aparente retoma económica vê o seu volume de trabalho crescer exponencialmente. Este crescimento rápido traduziu se num aumento rápido do número de trabalhadores (comecei em 11/2016, era o 11° colaborador, agora somos perto de 20). Sucede que o crescimento da empresa assenta numa ideia do tipo "fast food e amor a camisola". Pressão para fazer rápido (o patrão dá orçamentos baixíssimos e prazos curtos, daí haver tanto trabalho)... E para fazer horas extras sempre que for preciso, pagas com uma palmadinha nas costas. O patrão já não tem unhas para a guitarra claramente, e é o amor à camisola que tem safo a situaçãoo. Muitas horas extra foram feitas nas últimas semanas para evitar perder clientes antigos, fruto da incapacidade do patrão em gerir o trabalho. Quer fazer tudo, sem saber já o que tem em mãos. Isto também para não falar da merda de trabalhos que surgem, é só aldrabices e contornar de lei...
Isto para chegar onde... Como é obvio os colaboradores ressentem se. Stress, noites mal dormidas (e noitadas até às 3h da manhã a trabalhar), má disposição... Motivação e energia zero. O patrão "repara" ( entre aspas porque há vigilância e controlo da nossa produtividade) que eu não estou a produzir como ele gosta.. e chama me à atenção, com um tom intimidatório. Perguntou-me o que se passava. Eu falei lhe nas dificuldades de sono, no stress... E que algumas coisas deviam mudar. Tinha sugestões para melhorar a empresa e evitar estas situaçoes. Foi aí que a porca torceu o rabo. "não vás por aí".
O patronato português é assim: não sai da zona de conforto. Enquanto não lhe toca a ele está tudi bem. Convosco, nos vossos empregos sucede-se o mesmo? Relatem aqui a vossa opinião. Ando seriamente com vontade de mandar tudo à fava.
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2017.12.28 17:57 brucewaynedosuburbio Oi, Reddit. Hoje me pagaram R$ 2 mil para stalkear e descobrir tudo sobre uma pessoa. Segue meu relato de como fiz isso :)

EDIT MAIS IMPORTANTE: não me desafiem :)
EDIT IMPORTANTE: galera, comecei a receber várias mensagens de pessoas interessadas e pedindo ajudaa para encontrar amigos e amores do passado. Eu não sou profissional nisso e fiz isso como hobby, não depositem suas fichas em mim não, rs.
E outra: vou viajar agora no Ano Novo e ficar um tempo fora. Então não devo responder mais nada por aqui por um tempo. Quando voltar, vejo mensagem por mensagem e se posso ajudar ou não.
Voltando ao post original
Eu trabalho com marketing digital e sempre fui bom em caçar pessoas. Fazia isso no trabalho direito a ponto de se tornar um hobby. Brotou um cliente novo? Eu usava meus recursos para descobrir tudo o que podia sobre ele: endereço, estado civil, mídias sociais, processos, relacionamentos e por aí vai.
Isso me fez descobrir coisas interessantes. Como uma pessoa que entrevistamos para o trabalho era um bolsominion expulso da Polícia Militar acusado de assassinato (surpreendentemente absolvido, apesar de tudo apontar contra ele e seus colegas e ter até matéria de jornal sobre isso). Que o novo namorado de uma colega de trabalho frequentava um fórum de acompanhantes e tinha um perfil fake para manter contato com as primas. Que uma funcionária daqui abriu uma empresa no nome do marido e estava usando informações privilegiadas nossas para concorrer conosco em pequenas licitações.
Minha fama acabou crescendo um pouquinho até chegar em um amigo de um colega de trabalho. A missão que ele me passou? Encontrar um amor dele do segundo grau. Achei meio obsessivo, mas o cara me disse que só queria saber como ela estava, como eles haviam perdido completamente o contato por terem se formado ainda nos anos 90, sem os benefícios da internet e tal. Ele tentou contratar uma firma de detetives, mas os caras não descobriram nada com as informações que ele passou. E ele ainda morreu uma grana boa com eles.
Ele veio falar comigo e pensei, por que não? Como nunca tinha feito isso na vida, ofereci receber APENAS se descobrisse alguma coisa, apesar de geralmente rolar um adiantamento nesses casos. Segue como fiz.
Disclaimer importante: nada aqui é garantia de que vocês terão algum resultado seguindo essas dicas. Algumas pessoas têm uma pegada digital ínfima por conta da idade ou da natureza de seus afazeres profissionais/acadêmicos.
Informações que recebi: primeiro nome, um dos sobrenomes, bairro onde a pessoa morava e supostamente ainda morava, uma foto dessa pessoa no fim dos anos 2000 em uma reunião de ex-alunos dessa escola. Ele também sabia que a pessoa em questão fazia aniversário em maio. Ele desconfiava que ela havia passado para algum curso de Letras de faculdade pública do Rio de Janeiro ainda no fim dos anos 90.
Primeira fonte: o Facebook: perguntei ao cara se ele conhecia alguém de confiança que morasse no mesmo bairro que ela. Ele tinha. Essa pessoa me cedeu sua senha e login no Facebook temporariamente para ajudar na busca. A combinação de nome + sobrenome que ele tinha não dava resultado algum. Provavelmente ela usava outro sobrenome.
Aqui eu tinha duas alternativas: a mais correta, que era pegar esses dois nomes que ele tinha e consultar o registro de aprovados no curso de letras nos anos que ele indicou (1998/1999) ou visitar a antiga escola dela. Seria o método mais fácil para descobrir o nome completo dela, mas também me tomaria tempo e gasto de ficar indo fisicamente nas universidades e na escola para consultar esses registros. Eu não queria tirar a bunda da cadeira, então foi na força bruta.
Eu chutei algumas dezenas de sobrenomes. Comecei calculando o numero de perfis que acessei numa única manhã e parei de contar quanto já estava na casa dos 200. Acho que estava na casa dos 300 quando encontrei pela foto.
Páginas curtidas, fotos curtidas pela pessoa: vamos chamar a pessoa de Karen. Karen tinha um Facebook bem monótono. Parcialmente fechado, com menos de 200 amigos e pouquíssima atividade. Isso é um empecilho fodido, mas vamos lá: com a user ID dela, você consegue checar as fotos que ela curtiu a partir do link https://www.facebook.com/search/INSERIR_NÚMERO_DA_ID_AQUI/photos-liked . Também acompanhei as curtidas dela.
Assim, descobri que ela era espírita e seguia as páginas de alguns centros espíritas. Nos comentários de fotos dela - as poucas abertas - vi pessoas mencionando encontrá-la no tal centro espírita, mas sem mencionar o nome dele. Chequei as fanpages de todos os centros e revirei as fotos dos eventos até descobrir que não só ela era membro assídua de um deles, mas também era médium de um deles. Consegui até para ele os horários em que ela atendia no centro.
Pelas páginas curtidas, também descobri um bocado sobre ela: que ela tinha um filho, que ela era espírita e de esquerda, que ela fora abandonada pelo marido. que seguia várias páginas de concurseiros, que gostava de ler literatura hot, que aparentemente sofria de depressão.
Nosso amigo Google: sabendo o primeiro nome dela, o sobrenome que esse cliente lembrava e o que ela usava no Facebook, juntei os três para fazer algumas combinações de pesquisa no Google. Sempre usando aspas e tentando fazer diferentes buscas.
"Karen" "Santos" "Amoedo"
"Karen dos Santos" "Amoedo"
"Karen Amoedo" "Dos santos"
Como eu sabia o ano aproximado em que ela nasceu e o suposto mês, jogava a data junto também com um dia aleatório: "13/05/198X".
Não demorou muito para rolar o bingo. Karen dos Santos Souza Amoedo, nascida em 24/05/198X. A informação veio na lista de aprovados de um concurso público de alguns anos atrás.
A partir daí, foi uma chuva de resultados. Descobri as exonerações e contratações dela em diferentes cargos federais e estaduais por conta dos Diários Oficiais, que ela foi assistente administrativa em uma faculdade daqui por alguns anos, passou em outro concurso e migrou para outra instituição.
A partir dos editais de cada concurso e o LoveMondays, identifiquei também o salário estimado que ela ganhava em cada um deles sem grandes dificuldades.
O Google retorna muita coisa boa. Registros em cartório, processos, empresas no seu nome, uma caralhada de coisa. Numa dessas buscas, encontrei o perfil dela no Youtube, que era aberto e tinha várias informações de coisas que ela gostava: hobbies, canais sobre depressão e espiritismo, plano de estudos para concursos públicos e por aí vai.
CPF é seu amigo
Hoje, é muito fácil no Brasil você consultar informações de pessoas por CPF em sites como o CC Fácil. Seu próximo passo então é descobrir o CPF da pessoa em questão.
Aqui é muito 8 ou 80. Muita gente tem o CPF largado pela internet por milhões de razões: alguma citação em ação judicial, diário oficial, burrice, uns bancos cadastrais que se encontram por aí. O meu, por exemplo, não está disponível em lugar algum.
No caso dessa pessoa em questão, jogar o "Karen dos Santos Souza Amoedo" (lembrando que o nome é fictício :) ) rendeu algumas dezenas de resultados e, num deles, havia o CPF da pessoa em questão. Fui lá eu no CC Fácil fazer a consulta.
Tem duas coisas SUPER importantes sobre o CCFácil:
O resultado? O endereço de casado dela, o atual endereço, o celular, o telefone fixo, alguns detalhes sobre a vida financeira dela.
A interpretação das informações: só nessa brincadeira aí já estava terminado o serviço, mas decidi ir mais a fundo e ver o que mais conseguia descobrir. Muita coisa é subjetiva e fruto de algumas migalhas de informação que a gente precisa interpretar, é quase como contar uma história mesmo.
Eu consegui acertar o perfil básico dela quase que por inteiro. A conclusão que cheguei foi que Karen casou-se com 20 e poucos anos, teve um filho e se separou em algum momento. Não consegui descobrir o nome do cônjuge, mas acho que poderia ter ido mais longe se recorresse aos cartórios da região. A depressão veio depois da separação, aparentemente com o filho ainda pequeno (hoje adolescente).
Pela descrição que ele me deu, ela parecia pouquíssimo religiosa nos tempos de escola. Concluí que a religião foi a forma que ela encontrou de enfrentar a depressão. Ela jamais exerceu a profissão pela qual se formou, se limitando a fazer vários concursos públicos para assistente administrativo, sempre mirando bem baixo. O salário mais alto da carreira dela foi R$ 2700~R$3100, já com as gratificações inclusas, pelo que consegui achar.
Ela conseguiu manter o peso após a gravidez, pelas fotos que encontrei. Mas a separação e a possível depressão fizeram ela engordar bastante. Ela também seguia várias páginas de comida orgânica e dietas saudáveis, mas não parecia estar fazendo muito efeito.
O que mais consegui?: liguei para a entidade pública onde ela trabalhava me identificando como funcionário dos Correios. Queria confirmar o endereço dela e a unidade daquela repartição onde ela trabalhava, já que era uma instituição bem grande. Falei que tinha uma encomenda no nome dela como endereço errado e que seria devolvido ao remetente, mas que aquele era o único telefone de contato. Nego se desdobrou e conseguiu me passar exatamente onde ela trabalhava e o ramal dela. Essa instituição tem várias unidades diferentes espalhadas pela cidade.
Queria confirmar o endereço que havia descoberto pelo CPF, mas também quis testar a ingenuidade dela. Dei outro endereço próximo no bairro em que ela mora, dei o nome do remetente como uma loja de apostilas de concursos públicos (com base nos interesses dela que escavei). Ela acreditou na hora e me passou o endereço certo, confirmando o segundo endereço que recebi na consulta da CC Fácil. Talvez o primeiro fosse dos tempos de casada.
Além disso tudo, com uma foto taggeada de uma amiga, descobri a escola onde o filho dela estuda. E que ele é meio geek/otaku (imagina se o cara tá no sub, hehe).
Acertei tudo? Da minha interpretação, só errei o espiritismo como válvula de escape para a depressão após o fim do casamento. Na verdade, o espiritismo foi a resposta que ela encontrou para a morte do pai há alguns anos.
Por que estou postando isso aqui?
Várias razões:
Sim, é meio creepy. Bem creepy, na verdade. Mas eu fiquei satisfeito com o resultado e espero que os dois se deem bem. E que ele não seja um psicopata ou mate ela, senão vou ficar com uma dor na consciência fodida. Mas pelo menos ganhei R$ 2 mil por basicamente um dia de trabalho :)
Vai funcionar comigo?
Aí vai um depende gigantesco, como eu disse lá em cima. Eu tenho uma vida bem ativa nas redes sociais e me recrimino por isso. É bem fácil saber bastante sobre mim e descobrir coisa sobre a minha vida. Mas a minha esposa, por exemplo, tem uma pegada digital mínima. Trabalha na iniciativa privada, em uma empresa pequena, não tem empresas no seu nome, não faz concursos públicos, não tem uma profissão que coloque o nome dela na internet repetidamente, não é chegada às redes sociais.
Se meu alvo em questão fosse a minha esposa, provavelmente eu não conseguiria porra nenhuma. Minha dica? Se vocês têm algo comprometedor e querem esconder, ou até simplesmente querem proteger sua privacidade, comecem a buscar essas informações sobre vocês disponíveis por aí e apaguem elas. Se você quer encontrar alguém, é só ser perseverante. A internet é um mar de informação.
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2014.08.08 10:39 DebateConstituyente NUEVE CONSEJOS PARA UN DISCURSO DE MAYORÍAS: Consejo Nº 8: No rechazar ni imponer un color a la bandera española.

Consejo Nº 8: No rechazar ni imponer un color a la bandera española
En los últimos años hemos podido presenciar como la que fue la bandera de España durante la II República se enarbola en múltiples manifestaciones de protesta social. Sin embargo, una bandera que representaba a todos los españoles del 1931 al 1936, hoy en día se ha convertido en un símbolo político escorado ideológicamente a un sector concreto de nuestra sociedad. La carga ideológico-política que lleva al día de hoy esa bandera la limita como aglutinador de mayorías. A día de hoy no simboliza a la inmensa mayoría del pueblo español como en 1931, sino que tiene una representación más partidista, más ideológica. Quienes enarbolan o defienden esa bandera como la legítima española o la presentan como la deseable para un futuro Estado republicano, suelen entrar en el espectro de las izquierdas, en general más a la izquierda del PSOE o en la izquierda extra-parlamentaria. En definitiva, la bandera tricolor al día de hoy ha dejado de ser una bandera nacional, para ser una bandera política, y hoy en día está muy lejos de ser identificada como propia para la mayoría de la población. No pretendemos trasladar a los que nos leen la falsa impresión de que somos monárquicos. Todo lo contrario, como defensores de una profundización democrática en todos los niveles, reclamamos firmemente un modelo de Estado republicano donde su jefe de Estado sea elegido por sufragio y donde los derechos sociales y las libertades sean una garantía consagrada. Sobra decirlo, pero tampoco queremos con este comentario quitarle peso histórico y simbólico a la bandera tricolor, ni restar trascendencia a las memorables conquistas sociales que hubo durante el período de la II República ni a las luchas antifranquistas y por la democracia que vinieron durante la guerra o la dictadura. También la bandera roja con la hoz y el martillo tiene un gran peso histórico y simbólico en la lucha por los derechos de los trabajadores y la lucha antifascista que conllevó decenas de millones de muertos. Y comprendemos y apoyamos su uso cuando se trata de conmemoraciones y actos de recuperación de memoria histórica o reivindicación de justicia y reparación. Sin embargo entendemos que, en este momento, ni la una ni la otra (la tricolor o la roja con la hoz y el martillo) pueden servir de símbolos aglutinadores para un proyecto político de mayorías en nuestro país.
De igual manera, no nos parece conveniente que se rechace o critique de plano la oficialidad o el uso de la bandera rojigualda. Si la bandera tricolor de la II República ha condensado una fuerte carga ideológica, la bandera rojigualda la ha perdido con el paso de los años. En España la mayoría de la población identifica, con más o menos devoción, la bandera rojigualda con su país. No la identifica con el franquismo, el fascismo, las fosas comunes, la dictadura y el terror; tampoco con la monarquía. Y en los últimos años hemos visto en las celebraciones futbolísticas como millones de jóvenes se echaban a la calle con la bandera actual a festejar los triunfos de su selección. Dudamos mucho que esos millones que colgaban la bandera rojigualda en los balcones, se la pintaban en la cara o la agitaban en los festejos deportivos, sean neonazis, franquistas, monárquicos o derechistas militantes. Otro ejemplo lo tenemos en el ámbito de las Fuerzas y Cuerpos de Seguridad del Estado (FCSE) y en las Fuerzas Armadas donde es una costumbre extendida entre sus miembros portar algún lazo en su coche, alguna pegatina o pulsera con los colores de la rojigualda en sus muñecas. Y aunque en algunos de estos cuerpos exista el pensamiento conservador entre algunos de sus miembros, la mayoría de los que portan esta bandera no lo hace por ser borbónico o falangista convencido. En estos colectivos (FCSE y Fuerzas Armadas), que en suma superan los 330.000 miembros, encontraremos en numerosas ocasiones este tipo de manifestaciones personales como muestra del amor a su país y también como símbolo de su profesión, como distinción gremial en la defensa y seguridad pública del país. La bandera rojigualda para estos funcionarios (muchos de los cuales comparten el proyecto democrático propuesto desde PODEMOS) es el símbolo que conecta a la vez el hecho patriótico con su dedicación profesional particular. Son detalles a tener en cuenta si alguien pretende llegar a estos colectivos y a una buena parte de la sociedad.
Y puestos a hacer un poco de memoria, la bandera rojigualda no es la bandera exclusiva del franquismo ni siquiera de la monarquía. Ni tampoco la bandera tricolor de la II República fue la bandera del antifranquismo: durante los primeros meses de la Guerra Civil también fue la bandera de los golpistas de Franco y militares fascistas fueron enterrados con todos los honores bajo la bandera tricolor. La bandera rojigualda, que tiene un origen militar en el siglo XVII, en concreto para uso en la Marina de guerra, se usó como bandera nacional en la Revolución española liberal de 1808, en las Cortes de Cádiz. Fueron fundamentalmente las milicias nacionales, la expresión armada y popular más progresista habida en el siglo XIX, las que extendieron el uso de la bandera rojigualda como símbolo nacional. La bandera borbónica que ondearon los carlistas, en su enfrentamiento contra el liberalismo y el constitucionalismo, era blanca con el aspa roja de Borgoña. En 1843 Isabel II decreta la bandera rojigualda como bandera nacional frente a la bandera del absolutismo carlista que ondeó durante las tres guerras civiles de aquella centuria. Este hecho hizo identificar aún más a la bandera rojigualda con las posiciones políticas más avanzadas frente a la bandera carlista que representaba el inmovilismo y la reacción. Durante el Sexenio Revolucionario (1868-1874), en su etapa de Gobierno Provisional o en su etapa de Primera República española, se ondeó la bandera rojigualda (con distinto escudo) como bandera oficial. Es decir, la bandera bicolor fue la insignia que representó al periodo más democrático y progresista de todo el siglo diecinueve incluyendo la primera experiencia republicana de nuestra Historia. La rojigualda también ha sido bandera republicana.
Con esta breve y sintética semblanza histórica no queremos caracterizar a la bandera rojigualda como la elegida para representar un futuro proyecto nacional de progreso y democracia. Pero tampoco creemos oportuno ni correcto que se la identifique con la bandera de la reacción y los valores antidemocráticos (cosa diferente sería hablar de los escudos habidos). De hecho, en el siglo XIX los colores de esta bandera significaron precisamente lo contrario. Incluso en el siglo XX, el propio General Vicente Rojo, el que fuera Jefe del Estado Mayor del Ejército Popular de la II República, criticó el cambio de color en la bandera nacional que se realizó y defendió mantener la rojigualda.
Por lo tanto, nos parece que el rechazo o crítica actual a la bandera rojigualda por connotaciones políticas, no sólo supone un error historiográfico sino una insensatez estratégica. La guerra a banderazos (manifestación simbólica del inútil y peligroso izquierdas/derechas) no va a facilitar la constitución de una mayoría social para el cambio y creemos que PODEMOS debería desmarcarse de la identificación con una u otra bandera.
No se debe querer imponer la rojigualda ignorando los legítimos sentimientos que cargan una parte de la población hacia la bandera tricolor ni apostar ni reivindicar la tricolor como futura bandera demonizando a la rojigualda. Cualquier ciudadano que comulgue con los principios de PODEMOS, apoye la banca pública, la renta básica, la sanidad y educación pública y de calidad, la democracia participativa y el respeto a los Derechos Humanos, y además le guste la bandera rojigualda, debe sentirse cómodo en esta organización. Habremos avanzado muchísimo cuando en los círculos, asambleas, mítines o votando a PODEMOS encontremos tanto a los que llevan un bandera, camiseta o pulserita rojigualda como las que la llevan tricolor como los que no llevan. Porque esto es lo verdaderamente importante: aglutinar al mayor número de personas en torno a ideas y proyectos por encima de etiquetas y colores. La división izquierdas/derechas en nuestro país (con guerra y dictadura de por medio) ha cristalizado en la actualidad en un enfrentamiento lleno de estereotipos y símbolos, que sustituyen al debate tranquilo de las ideas, representándose esta puja hasta en los colores de la propia bandera nacional. Salir de este entuerto sólo es posible reconociendo la rojigualda como la actual bandera oficial, poniendo en valor el contenido histórico y democrático que carga la bandera tricolor y planteando que sea el propio pueblo español democráticamente, en un futuro proceso constituyente, el que determine la insignia que nos represente a todos en un próximo Estado republicano. Mientras tanto, se debe continuar construyendo movimiento dejando a un lado cualquier fetichismo estéril o enfrentamiento por colores.
Animamos a todo el mundo a que lea, y debata, sobre los demás consejos publicados:
Consejo Nº 1: Acabar con todo tic anticlerical.
Consejo Nº 2: Dirigirse expresamente a los votantes desencantados del PP.
Consejo Nº 3: Discurso de apoyo a los autónomos y PYMES.
Consejo Nº 4: Rechazo tajante de la violencia.
Consejo Nº 5: Cambiar las formas en los actos públicos. La música.
Consejo Nº 6: Reafirmar que PODEMOS no es un movimiento de izquierdas.
Consejo Nº 7: Llamar al país por su nombre: España
Consejo Nº 9: El debate sobre el derecho de autodeterminación y el modelo de Estado, debe darse en un proceso constituyente de toda la ciudadanía española.
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